Desde 1966, com amor e dedicação,

Nossos doces Ralston são nossos dias, aqueles que vieram, que estão e que virão; a trajetória de muitas famílias e, ao mesmo tempo, de uma só; nosso sentido de vida.

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Nosso goiabal

Buscaremos sempre honrar a missão agrícola de trabalhar a terra e o cultivo através da sustentabilidade ambiental.

 

Como são feitos nossos doces

Para sempre nossa assinatura: Ralston, o lado doce da vida.

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Reserva

A natureza: nossa casa.

Equipe

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Renata

A retomada da Ralston: amor e respeito.

Fabio

Desde infância estou presente na fábrica, espaço que guardo muito carinho em minhas recordações.

Assumir hoje a posição de um dos diretores executivos da empresa, sendo a terceira geração a trabalhar no sonho para produzir doces saudáveis e acessíveis para todos, é uma honra inigualável.

Que nossa empresa possa por muitos anos continuar a produzir a mesma receita tradicional de outrora, respeitando sempre o ser humano e o meio ambiente e trazendo o gosto doce da fazenda na vida de todos.

Tânia

trabalhar com a Ralston, para mim, é seguir uma crença de vida.

Em 2016, minha mãe, Renata Ralston, incentivou-me a criar novas embalagens para os doces. Ao repensar a identidade visual dos doces comecei a trabalhar com toda a marca.

Entrei em contato com a Macucolab e junto com Alex Sanches, quem já desenvolvia nossas embalagens antes, encontramos a estética que condizia nossos valores e buscas. Reformular a identidade visual de uma marca significa fortalecer o sentido de existência dela como única. Acredito que estar junto à nossa equipe e trabalhar num projeto familiar como a Ralston, pessoalmente, move os meus dias para algo significativo.

Ronaldo

Meu nome é Ronaldo Ulian, sou Engenheiro de Alimentos estou na empresa Ralston desde 2012 e hoje sou responsável pela gestão da fábrica. Ingressei nesta empresa através do estágio onde pude apreender toda cadeia produtiva dos doces de Goiabada, Bananada e Doce de Abóbora que são encontrados em diversas embalagem para assim atender a necessidade de nossos consumidores. E também nesta fase tive a oportunidade de participar do desenvolvimento da linha de doces zero açúcares. As frutas são colhidas e entregues na indústria diariamente o que garante sempre trabalharmos com frutas frescas e de excelente qualidade. Um dos fatores que mais nos ajuda nesta tarefa é que estamos próximos ao goiabal.

E outro fator que também nos acompanha é o tratamento dado a planta desde a poda até a colheita do fruto após a carência dos defensivos agrícolas. Nesta etapa trabalhamos com um rígido controle, onde conseguimos rastrear todo o histórico da fruta e o trabalho realizado para obtenção do fruto.

Recebemos as goiabas diariamente para serem processadas elas chegam a indústria pré-selecionadas e depois são lavadas e passam por uma segunda seleção. Após essa etapas as mesmas são moídas e seguem para despolpadeira processo no qual são separadas as sementes da polpa.

A polpa então é enviada para o tanque da receita onde preparamos a formulação e fazemos a inversão do açúcar. Em seguida segue para os concentradores a vácuo até chegarem ao ponto da nossa goiabada e assim sendo envasada em suas respectivas embalagens. Também fazemos polpa asséptica de goiaba para atender outras empresas parceiras e clientes!

Esperamos na Ralston um senso de honestidade e de busca pelo respeito aos outros, aos que estão juntos a nós nessa jornada, tanto no fazer os doces como aos que os consomem.

Conheça um pouco mais sobre a nossa história

História

Aos curiosos sobre nossa história,

Caminho naquela terra que meu tataravô caminhava. Cada árvore com sua determinada história. Cada pedaço de terra com seu determinado lugar. Assim vejo a história da Ralston. Muito além de uma fábrica de doces, a Ralston são dias que vieram e que deixamos nela, todos, meu tataravô e bisavô na terra, meu avô criando a fábrica, meus pais reabrindo e agora, eles juntos comigo e com meus irmãos.

Nossa história da fábrica começa no dia primeiro de maio de 1917 quando meu tataravô Fábio de Mendonça Uchôa comprou a Santa Alice (em Terra Roxa- SP) e deixou para sua filha Alice Leite de Barros Uchôa que havia se casado com Eduardo da Fonseca Pultney Ralston. Meu bisavô Eduardo plantou café e criou cavalos de raça: esse foi o começo da fazenda.

Vovô, Jorge Uchôa Ralston, nasceu em 1918 em São Paulo e cresceu na Fazenda Santa Alice, em Terra Roxa. Estudou direito e foi um dos primeiros aviadores do Brasil. Foi para aviação para poder lutar na Segunda Guerra Mundial contra os valores nazistas. Quando o Brasil resolveu também lutar, meu avô tinha já estudado aviação nos EUA e ajudou a defender nossa costa brasileira. Um homem aventureiro e idealista. Mas com o passar dos anos, seu pai lhe pediu ajuda para cuidar da fazenda. Ao se ver na Fazenda Santa Alice, resolveu mudar o rumo que a fazenda ia. Tirou o cafezal e plantou cereais e frutas, entre elas mangueiras. Pensava em vender mangas para mercados. Logo mudou de ideia ao se deparar com uma compota de manga num jantar na casa de grandes amigos. Assim, surgiu a ideia da Ralston: plantar frutas para fazer doces. E vovô foi além, resolveu que faria um doce de primeira qualidade, que não se distinguisse do caseiro, mas que fosse acessível. Para ele, sobremesas não deveriam ser caras.

Agora precisava estudar o negócio, aventureiro sim, mas nunca sem ponderação. Foi ao Instituto Agronômico de Campinas para informar-se sobre comercialização de mangas. Lá disseram-lhe para ir no Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL). Ao chegar, por sorte, foi recebido por um professor americano, Mr. Leonard Sherman, quem mostrou a vovô a viabilidade da ideia da Ralston. Sherman, então, foi à fazenda e fez todo o projeto industrial da fábrica para que combinasse com sua produção agrícola. Assim, em 1966 nasceu a Indústria Alimentícia Ralston.

Para chegar em cada receita de doces, experimentos foram feitos meticulosamente. Assim, foi o caso também de nossa goiabada. Vovô decidiu fazer a goiabada Ralston, que acabou virando nosso doce principal, quando um fazendeiro vizinho e amigo da família, José Bento de Carvalho Dias, forneceu-lhe sementes de goiaba “Guanabara”.

Na época, os produtores de goiabada colhiam a fruta nativa no pasto de gramão. A ideia de se ter uma plantação de goiaba, era algo totalmente inovador no qual a Ralston foi uma das pioneiras. Vovô também teve a ideia de fazer o manejo de poda, para assim, termos goiabas mais vezes ao ano.

A fábrica foi crescendo e doces foram testados no mercado. Nisso, por uma questão de manter o ideal de termos doces acessíveis e de primeira qualidade, nem todos os doces conseguimos manter. Um deles foi o doce de manga que tinha um preço muito alto de produção que inviabilizava a venda. Os nossos doces com leite também foram retirados à medida que precisávamos produzir nosso leite para manter a qualidade.

 

  Durante a década de 90, a saúde de vovô não era mais a mesma e papai, Eduardo Ribeiro Ralston, começou a ajudá-lo. A vinda do filho, inovou a fábrica em alguns aspectos; em 1997, refizeram uma nova plantação de goiabeiras, dessa vez, com a goiaba “Paluma”, desenvolvida pelo professor Fernando Mendes Pereira da UNESP-Jaboticabal. Essa variedade é mais produtiva e permitiu a Ralston que utilizasse frutas frescas durante o ano todo, sem precisar mais de fazer polpas para as épocas de não colheita. Mesmo com papai ajudando, aquele ainda era o projeto pessoal de meu avô, então em 1999, a saúde de vovô piorou muito e as atividades da fábrica foram encerradas.

Em 2003 vovô nos deixou e a fazenda Santa Alice pareceu vazia, sem vida. Faltava vovô, faltava a presença de vida dele. A inexistência da Ralston aumentava essa sensação. Com isso em mente, em 2004, mamãe, Renata Stein Carvalho Dias Ralston, conversou com sua sogra, Therezinha Ribeiro Ralston. Vovó apoiou a ideia. Assim, com a permissão das minhas tias, da vovó e de meu pai, minha mãe reabriu a fábrica. Esse novo momento da Ralston foi possível graças a parceria com o engenheiro de alimentos Gustavo Montemor. Logo a Ralston voltou a ser vida na Santa Alice e nos trazer a presença de vovô.

Em 2018, a família Ralston decidiu presentear à fábrica a mim e aos meus irmãos, Fábio, Luis e Jorge. Assim foi possível iniciar uma nova etapa para nossa Ralston. Seguimos os preceitos de nosso avô Jorge e todo o conhecimento que nossa mãe nos passou sobre meio ambiente, ética e perseverança. Entre nós, foi escolhido o Fábio para tornar-se o CEO e reestruturar a Ralston, trazê-la para os tempos atuais sem que perdêssemos nossa essência.

Os ideais de vovô Jorge permanecem e sentimos que, com a Ralston, temos uma trajetória de um laço da nossa família junto a um sentido de vida. Esperamos na Ralston um senso de honestidade e de busca pelo respeito aos outros, aos que estão juntos a nós nessa jornada, tanto no fazer os doces como aos que os consomem. Acredito piamente na felicidade pela continuação de uma bela ideia do meu avô. Digo isso e lembro do slogan que ele criou e continua sendo o nosso:

“Ralston, o lado doce da vida”.

Espero que tenha lhes contado bem nossa história,
Com carinho,

Tânia R.

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